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As verdadeiras "DEFICIÊNCIAS"...

" Deficiente " é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. " Louco " é quem não procura ser feliz com o que possui. " Cego " é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. " Surdo " é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. " Mudo " é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. " Paralítico " é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. " Diabético " é quem não consegue ser doce. " Anão " é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a maior das deficiências é ser miserável, po...

Ser corintiano é...

Como diria o grande compositor e corintiano Toquinho: "Ser corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro!!! Ser Corinthiano é ser um pouco mais brasileiro." Os ANTI tem orgulho pelos títulos dos seus times. Nós temos orgulho de sermos simplesmente CORINTHIANS!!! Mesmo com jejum de título s, sem ter conquistado campeonatos brasileiros ou internacionais importantes, o Corinthians já estava no coração de milhões e milhões de torcedores e tornou-se o time paulista com a maior torcida!!! Quiçá a maior do Brasil (dizem que a maior é a do Flamengo...). Já que os ANTI fazem questão de títulos, acabou o último argumento que faltava para não duvidarem da grandeza do Corinthians!!! O QUE IMPORTA É SER CAMPEÃO COM CLASSE!!! INVICTO, CORINTHIANS SUPEROU RECORDE EM INVENCIBILIDADE... Não precisaríamos de Libertadores e nem de um estádio próprio para sermos um grande time!!!  Porém, é importante comemorarmos esse título, para provar para os ANTI que CORINTHIANS É O TIMÃO...

Ecumenismo: "organizando a nossa casa", crendo diferente, unidos pelo amor!

Chamamos de ecumenismo a busca da unidade entre as Igrejas cristãs. Quando estão envolvidas outras religiões o processo de entendimento mútuo se chama diálogo interreligioso. Cristãos de diferentes Igrejas são praticantes da mesma religião. Têm uma base comum. Pertencem à mesma grande família de fé. Temos boas razões para sermos ecumênicos:  Jesus pediu a unidade de seus discípulos e discípulas (João 17,21); Igrejas que se agridem mutuamente prejudicam a pregação do evangelho aos que não creem; O mundo precisa dessa demonstração concreta de que a paz é sempre possível; Igrejas unidas têm mais força para defender a justiça e realizar obras importantes na caridade; Ter amigos é melhor e mais bonito de que ter competidores. Quatro campos complementares de ecumenismo:  Na vida : são as boas relações de amizade entre pessoas de Igrejas diferentes; Na ação social : são os trabalhos em conjunto para socorrer os necessitados e lutar pela justiça; Na oração ...

Festas juninas e o futuro do mundo

Há quem olhe uma festa popular como mera alienação das difíceis lutas do dia a dia. De fato, no tempo do antigo império romano, cada vez que alguma guerra se aproximava ou uma lei iria tornar mais difícil a vida de todos, a ordem era misturar o pacote de maldades com o que os pensadores do império chamavam de "pão e circo”. Essa fórmula vigora até hoje em certos círculos do sistema opressor. Até hoje, jornais televisivos sem compromisso com a realidade crítica alternam notícias de massacres e crimes com cenas de futebol. Depois de mostrar imagens da seca e fome no nordeste, filma na mesma região algum forró de São João. Por falar em São João, nesses dias, os festejos juninos já tomam conta do Brasil. Eles têm origens pré-cristãs nas mudanças de estação. Na cordilheira peruana, os índios festejam o ano novo andino. No Brasil, o catolicismo popular promoveu os festejos de Santo Antônio, São João e São Pedro com brincadeiras caipiras, quadrilhas e comidas típicas de cada regiã...

Manipulação da opinião pública

Antônio Mesquita Galvão Doutor em Teologia Moral O filósofo americano Noam Chomsky fala, em uma de suas obras ("Visões Alternativas”) nas estratégias que o sistema (as elites sociais, políticas, econômicas e até religiosas) utiliza para manipular o pensamento das pessoas e assim conformar a opinião geral às suas ideologias. 1. A estratégia da distração - O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites sociais, políticas e econômicas. É o que Chomsky chama de "armas silenciosas para guerras tranquilas”. 2. Criar os problemas e depois oferecer as soluções -Este método também é chamado de problema→reação→solução Cria-se um problema, uma "situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este se torne "suplicante” (clamor) das medidas que se deseja implantar. 3. A estratégia da gradualidade - Para ...

Por que não quebrar os paradigmas?

Os cinco macacos Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo da surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e, afinal, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca te...

O Cristianismo: uma religião? Ou a saída da religião

Maria Clara Lucchetti Bingemer* Sempre nos pareceu muito evidente afirmar que o Cristianismo é uma religião. Pois na verdade isso não é tão claro assim. Cada vez mais a teologia se inclina por afirmar que o Cristianismo não pode ser definido como uma religião. O que significa isso?  Na verdade, muitas coisas e que, se pensarmos bem, não irão nos parecer tão estranhas.  Comecemos do começo.  Ou melhor: comecemos por Jesus de Nazaré.  Será que podemos afirmar que Jesus queria fundar uma religião? Achamos que não. Jesus já tinha uma religião e não pensava em escolher outra. Era um judeu piedoso e fiel.  O que o incomodava, justamente, era aquilo que os especialistas da religião haviam feito com a fé de Israel. Ao ler os quatro evangelhos, vemos claramente que a disputa de Jesus com os mandatários de sua religião se centra na distorção ou deturpação da imagem de Deus que os que se acreditavam donos da religião, do templo e da lei haviam feito.  Haviam...