sexta-feira, 30 de julho de 2010

TV Pública inteligente e polêmica questiona monopólio da mídia

O programa “6,7,8”, da TV Pública argentina, desnuda os interesses por trás do noticiários dos grandes meios de comunicação do país. O programa bate pesado nos grandes jornais, rádios e TVs, desmascarando seus interesses, suas manipulações grosseiras e seu falso distanciamento ao noticiar e comentar os principais fatos políticos, sociais e econômicos. E bate de frente com os jornalistas que fazem o papel de porta-vozes desses interesses, principalmente aqueles articulistas que, do alto de uma pretensa “autoridade” jornalística, se dedicam a defender os interesses do patrão. O artigo é do historiador Flamarion Maués.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Boa Notícia às comunidades católicas

Site católico oferece cursos de formação à distância

O site católico Buenas Nuevas realizará, durante o mês de julho, uma série de cursos de formação à distância para comunidades católicas de idioma hispano de todo o mundo. Os cursos serão destinados aos agentes de pastorais, catequistas, docentes, religiosas, sacerdotes, leigos e todas as pessoas interessadas.

As ofertas são as seguintes: "Descobrir o Antigo Testamento", "Descobrindo a Palestina nos tempos de Jesus", "Conhecendo as Realizações dos Apóstolos", "Orar com a Bíblia", "Recursos bíblicos para o Mês da Bíblia", "Viver segundo o Espírito", "O caminho de Maria" e "Pedagogia de Jesus".

Para outras informações e inscrições, acesse www.buenasnuevas.com.
Fonte: Adital

quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Vale-tudo" pela Copa 2014

Embalados pela Copa 2014, deputados e senadores aprovam na Lei de Diretrizes Orçamentárias medida que pode facilitar a realização de obras para a Copa e para as Olimpíadas no Brasil. Mas isso também pode favorecer enormemente esquemas de corrupção sem medidas com o dinheiro público.
Uma das coisas que pode acontecer, por exemplo, é que uma determinada obra contratada sem licitação pode sair muito mais cara e sem a devida fiscalização da qualidade do serviço pelos órgãos governamentais.
Veja e ouça a entrevista que o presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil deu ao sítio da Radioagência NP.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Seja uma voz a mais pela PAZ! Uma voz por nós...

Talentos e solidariedade

adaptado, de Michel Quoist

Se a palavra se recusasse a compor o texto,
não haveria livro.

Se o tijolo se recusasse a formar parede,
não haveria casa.

Se a nota musical se recusasse a fazer música,
não haveria sinfonia.

Se o grão não aceitasse ser semeado,
não haveria colheita.

Se o trigo não se deixasse transformar em farinha,
não haveria pão na mesa.

Se a gota d’água não se somasseàs outras,
não teríamos rio, nem oceano.
Se o ser humano negar sua capacidade de amar,
jamais haverá paz, justiça, dignidade
e felicidade no mundo.

Como a sinfonia precisa de cada nota,
como o livro precisa de cada palavra,
como a casa precisa de cada tijolo,
como a colheita precisa de cada grão,
como o grão precisa de muitos grãos
e o oceano de cada gota deágua,
a humanidade inteira precisa de TI,
como único e insubstituível.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

NUNCA DIGA: "ISSO É NATURAL"!

A reflexão logo após a figura foi-me enviada através do grupo eletrônico "3º Setor". Achei interessante e, por isso, resolvi tornar público a você, minha amiga e meu amigo.



Nós vos pedimos com insistência, nunca digam:

"Isso é natural", diante dos acontecimentos de cada dia, numa época em que reina a confusão, em que corre sangue tão facilmente, em que o arbitrário tem força de lei, em que a humanidade se desumaniza. Nunca diga: "Isso é natural", para esses fatos e esses sentimentos, pois corremos o risco de eles se tornarem imutáveis !

Bertold Brecht
Minha alma está de joelhos e meu coração em prantos. O sofrimento de tantos não pode passar em vão ante nossas telas e olhos – urge prestarmos atenção a ele como um alerta aos homens e mulheres de nosso tempo.

Quando nossos corações permanecem anestesiados ante as tragédias e hecatombes, às mortes aos milhares e à fome, aos atos de vandalismo e às demonstrações de egoísmo se sobrepondo à razão, à ética, à fraternidade – é hora do ser humano refletir, meditar e questionar o que está fazendo de sua vida em sua tão efêmera e letal caminhada.

Será que ao aumentarem, na maior parte do mundo, a qualidade tecnológica e as liberdades individuais, aumentam em equivalência, as revelações do real estado de espírito e de evolução moral da humanidade? Será essa humanidade, aquela que é capaz de atos emocionantes e de superações espantosas? (Será essa humanidade) a mesma que é capaz de lutar para salvar da extinção grupos de animais, de bradar por direitos e inclusões, de se indignar com atos de corrupção e de egoísmo?

A mesma humanidade que cria belezas é a mesma que nos assusta em hediondez! Não podemos permanecer anestesiados ante as mortes, a miséria e o sofrimento de milhares de criaturas nos diversos rincões do planeta e, em especial, aos abatidos pela mais recente fúria dos elementos (cujos efeitos arrasadores poderiam ter sido minimizados se não houvesse o predomínio do egoísmo e da loucura humana em esquecer que tudo é temporário, inclusive o poder, a glória e a riqueza material).

É profundamente consternante o sentimento de impotência ante tanto sofrimento, que poderia ter sido evitado ou ao menos minimizado, tanto no episódio da tsunami quanto ao do Katrinna. Quantas vidas, sonhos, planos, alegrias – tudo que pertence ao que chamamos viver – foi irresponsavelmente destruído pela insanidade que ataca os homens do poder político-econômico? É chegada a hora da tão decantada separação do joio e do trigo! Afinal as advertências das escrituras sagradas nos soam coerentes!

A nossa indignação deve dar lugar às ações práticas e contundentes:

A escolha criteriosa de candidatos e o acompanhamento de perto de seu trabalho, pós eleição;

Cultura, arte, educação fraterna e códigos de ética repassados aos nossos filhos como nosso maior compromisso com as nossas gerações e com o mundo;

A defesa e a busca incansável pela justiça e equidade;

Atitudes e mentes desarmadas de quaisquer tipo de preconceitos, para que as relações sejam mais sinceras e duradouras, para que sejam firmados compromissos com a vida verdadeira, com a qualidade do espaço de se viver, dos ambientes de trabalho, moradia e convivências;

Exigir de autoridades e estudiosos planos de emergências para atendimento da população e o fortalecimento dos laços fraternos de socorro e auxílio, ante tragédias, sejam elas de que origens forem;

A total e clara consciência de somos transitórios, temporários, breves e muito, muito frágeis;

Mas que apesar dessas fraquezas inquestionáveis, detemos a maior de todas as opções: de nessa breve caminhada, cultivarmos campos, pomares e jardins, criarmos obras de artes de todo jaez, para que os nossos subsequentes saibam o quanto é gratificante passar por onde passamos, que não se envergonham de seguir nossos passos e que nossos caminhos conduzem ao crescimento e por fim, darem continuidade ao milagre da vida, que sem fraternidade e encantamento, de nada valerá!

Com minha alma ajoelhada e abraçada aos que estão perplexos de dor, medo e revolta...

Elizabeth Magalhães Lopes